5.11.09

Sobre a faixa, sobre os amarelões

Ainda que tardiamente, numa demonstração absoluta de falta de timing, me sinto na obrigação de comentar a faixa Lucio Flavio e Juninho, Fora Amarelões, afinal, fui um dos co-autores e responsáveis por ela. Em primeiro lugar, tenho que agradecer aos amigos do Cantinho Botafoguense, Snoopy em Preto e Branco, Mundo Botafogo, Fogo Eterno, Botafogo do Biriba, Fernando Gonzaga, ao Gil e todos os outros que se prontificaram em apoiar a faixa e defender seus autores com muito mais competência e em momento mais apropriado que eu.

A repercussão da faixa foi ótima, bem acima do esperado. Gerou o debate e a discussão na torcida, mostrou que os supostos craques do time estão longe de serem unanimidades entre os botafoguenses, incomodou os medalhões e deixou bem claro que qualquer resistência ou movimentação contrária ao estado em que se encontra o Botafogo atualmente deverá e virá dos torcedores comuns. Das organizadas, domesticadas e embaixo das asas da atual administração (?), não se pode esperar nada. O fato de a maior delas vender seus produtos através do site oficial do clube é sintomático e beira o escandaloso.

E, claro, tiveram as respostas patéticas dos dois homenageados com a faixa. A reação de ambos demonstra apenas o caráter pequeno dos dois jogadores. Anselmo “Juninho” foi o primeiro a comentar o assunto. E o que falou não causou muita surpresa: seu argumento foi de que a faixa e os protestos prejudicam não só ele, mas todo o time, e que num momento como este, tais protestos poderiam causar derrotas que levariam ao rebaixamento. Ora, francamente Anselmo... querer transferir responsabilidades e culpar uma faixa e protestos da torcida como responsável por uma possível queda de divisão? Sendo que essa faixa foi levada ao estádio na 32ª rodada de um campeonato com 38? Em última instância, querer culpar A TORCIDA DO BOTAFOGO que é quem sofre verdadeiramente com a situação como responsável? Pois seja mais homem, menos rato e assuma suas responsabilidades. Afinal, você não é o capitão e “craque” do time?

A reação de Lucio Flavio foi ainda pior: a tentativa de desqualificar os autores da faixa, simplesmente tachando-os de “não botafoguenses” é absolutamente ridícula. É ridícula pela covardia e é ridícula pela incrível soberba e arrogância implícitas no que disse o jogador. Porque Lucio Flávio, ao dizer “isso não é coisa de botafoguense”, disse de fato “eu defino o que é botafoguense e o que não é, eu determino o que é Botafogo e o que não é”. E disse também “o Botafogo e o botafoguense de verdade não pode vaiar Lucio Flavio”. É dono do clube, esse sujeito? Quem Lucio Flavio é, na história do clube, a não ser o jogador que se borra de medo do flamengo, a não ser o jogador que some nos jogos difíceis, a não ser o jogador que se treme em decisões? O jogador que ontem, contra o cerro Porteño, teve inúmeras vezes a bola dominada na meia lua e preferiu o toquinho de lado, covarde, a chutar para o gol?

Senhores Anselmo “Juninho” e Lucio Flavio: eu não aceitarei e não admitirei que duas pragas que nos assombram há três anos tentem dizer que eu e meus camaradas não somos botafoguenses ou que seremos responsáveis se o time cair.

Assim como não aceito e não admito incompetência, burrice e má intenção na direção do clube que amo, assim como não aceito e não admito incompetência, burrice e falta de caráter nos jogadores do clube que eu amo.

Protestar contra os símbolos do fracasso que nos acompanha de 2007; protestar contra uma direção omissa, incompetente que leva o clube para a desgraça; protestar contra um time ruim e incompetente que torna o Botafogo motivo de escárnio dos adversários; protestar contra torcidas organizadas vendidas; tudo isso não faz de mim ou de qualquer outro menos botafoguense, pelo contrário. Pelo contrário.

O Botafogo é maior, muito maior que Mauricio Assumpção e sua dupla de gordos, é muito maior que Anselmo “Juninho” e Lucio Flavio. E é por amar o Botafogo que me mantenho, firme nas arquibancadas. Com eles, sem eles ou contra eles.

Fora amarelões!

21.10.09

O excesso da falta de inteligência

Depois de algum tempo sem atividades no front do Botafoguismo, volto a publicar um texto. E, pela segunda vez no ano e meio de blog, não utilizarei das analogias e alegorias de história, guerra e política para falar do Botafogo.

O assunto são as notícias dos bastidores da semana do Botafogo x flamengo de domingo, no Engenhão, notícias essas que têm me deixado estarrecido e p da vida.

Primeiro, o valor dos ingressos. Eu não me considero um sujeito burro, mas confesso que realmente não entendo a lógica aplicada no aumento dos valores dos ingressos para esse jogo. Vi manchetes no jornal e declarações oficiais dizendo que essa era uma medida tomada para “aumentar a segurança” do clássico. Esse pensamento, que pode ser entendido como “quem tem dinheiro não é violento, quem não tem dinheiro é violento” simplesmente não entra na minha cabeça. Acho ridículo e absurdo, para ser mais exato.

E uma coisa que essa lógica torpe, torta e elitista esquece é que, no caso específico do nosso futebol, os grupos violentos, as torcidas organizadas, NÃO pagam ou têm ingressos subsidiados. É o caso das torcidas envolvidas no jogo, que recebem benefícios, descontos e gratuidades tanto da patética diretoria do Botafogo quanto da ridícula diretoria do Flamengo.

Assim o valor abusivo das entradas para o povão, não contribui em nada para a diminuição da violência, pelo contrário. Porque o valor caro torna quase impeditivo um pai levar a família, por exemplo. O melhor jeito de dificultar a vida dos violentos não é aumentar o preço dos ingressos dos torcedores comuns e manter os privilégios e subsídios dos violentos, ao contrário: deve-se cortar os benefícios aos grupos violentos e incentivar, inclusive com entradas mais baratas, a ida de famílias e torcedores do povão aos estádios.

Concomitante a isso há as declarações irresponsáveis, quase criminosas, do tal vice-presidente urubu, um cretino chamado Marcos Braz. Esse sujeito, na tentativa de transferir o jogo para o Maracanã (é impressionante como os flamengos demonstram ter medo de nos enfrentar em nosso estádio) vem dando seguidas declarações, dizendo que é um jogo perigoso por conta de sua torcida “problemática” e logo em seguida incitando essa mesma torcida problemática a invadir as áreas destinadas à torcida do Botafogo, numa clara provocação, aumentando as já enormes tensões que envolvem essa partida.

Tão cretinos e potencialmente criminosos quando esse sujeito vice-presidente urubu são os jornalistas sensacionalistas e sedentos de sangue que publicam e dão cartaz ao cretino Marcos Braz, dando voz e notoriedade pública ao provocador flamengo, ao incitador de violência.

E tão cretinos e potencialmente culpados são o comando da Polícia Militar e o comando (??) do Botafogo, que mantém-se calados e não rechaçam prontamente e veementemente o cretino urubu, desqualificando-o como é necessário.

Uns pecam pela ação de incentivar marginais flamenguistas a invadir áreas destinadas aos botafoguenses. Os outros pecam pela omissão ao não condenar o primeiro. Pecar pela omissão, aliás, está sendo a característica marcante destes que atualmente comandam (??) o Botafogo.

Numa preparação para um clássico tenso e decisivo, parece faltar tudo nos envolvidos na organização do jogo: preparo, comando, decência, caráter... Aparentemente, só há uma coisa em excesso: o excesso da falta de inteligência.
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Que tudo corra bem para nós, nas ruas, arquibancadas e em campo. Apesar dos cretinos.
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31.8.09

Quando a realidade nos estapeia

Na campanha:

É um grupo novo de pessoas que só está interessado na República, que irá dar uma cara nova à nossa política.

Na realidade:

Antigas figuras nefastas que haviam sofrido expurgo e estavam no exilio foram readimitidas à vida política e social como membros da "alta sociedade" gloriosa.

Na campanha:

Ser um aliado estratégico da Federacao dos Paises e da Confederacao das Nacoes será bom para a República, que assim estará livre de sua mao de ferro e parcialidade.

Na realidade:

Ser aliado nao nos trouxe benefício algum. Nao evitou que os flamengos cometessem crimes de guerra nas batalhas pela Cidade-09 e nao evitam que inimigos usem árbitros de destruicao em massa em larga escala contra nosso exército, mesmo na cidade de Engenhao. Alias, Don Rubinho, mafioso que preside a Federacao dos Países já declara abertamente seus planos de internacionalizar Engenhao e tirar a cidade do controle glorioso.

Na campanha:

A administracao estará repleta de gente de competencia comprovada e experiente, para compensar a falta de experiencia de um presidente novato. Montaremos assim um grande exército.

Na realidade:

Só há bestas quadradas que estao no comando politico, do presidente ao mais baixo auxiliar. A montagem do exército ficou sob responsabilidade da organizacao criminosa "Corte dos Gordos" e só trouxe equipamentos falidos, mas que davam comissoes igualmente gordas aos que indicavam e retornou pragas que haviam sido expurgadas, em especial os fracassados Cabo Anselmo e Lucio Flavio. A retaguarda ultrapassa o ridiculo, a vanguarda é tao inofensiva quanto um filhote de porquinho da india. É uma caricatura de exercito, um grupo maltrapilho e que chegaria a ser comico, se nao envolvesse nosso país.

Na campanha:
Eu nao entro em nada para perder.
Na realidade:
O exercito coleciona derrotas. O povo sofre dia a dia com escassez e os racionamentos já nao dao mais conta. É cada vez mais real a possibilidade do pais ter de abdicar da 1a. Colonia mais uma vez.


***


A realidade dá um duro tapa na cara na retorica de botequim dos galhofeiros, aventureiros e mal intencionados que estao no comando da Republica no momento. O triste é que o tapa é sentido por milhoes de gloriosos que estao sofrendo com o lastimavel estado das coisas do pais. E dói, como dói ver a República do Botafogo assim.


Providencias devem ser tomadas. Às armas, cidadaos! Se ainda houver esperanca, ela emana do povo. Nao do governo, nem do exercito.


Salvar a Primeira Colonia é o primeiro objetivo. Se livrar de um comando incompetente e mentiroso, o segundo e principal. Nosso país nao pode se dobrar aos cretinos.
A esperanca que há emana do povo, como sempre foi e sempre será.

24.8.09

Férias

De uns tempos pra cá, infelizmente o blog não tem tido as atualizações frequentes como eu gostaria. Está difícil arrumar tempo e, confesso, disposição para escrever. é difícil sentar na frente do computador e escrever quando tudo o que tenho a dizer é falar mal e reclamar, do time, do presidente, dos "zagueiros", etc... e ontem, ainda do tal juiz. Icrível como as "duas piores arbitragens do ano" foram em jogos do Botafogo (Náutico e Curintia) e nas duas vezes saímos prejudicados. Será que são os frutos da aproximação com a CBF que a nova diretoria promove?
Mas esse pequeno texto é apenas para informar que o já desatualizado Botafoguismo ficará ainda mais tempo nesse estado. Depois de um bom tempo, finalmente saio em merecidas férias. De quase 12.000km de distância será difícil acompanhar o Botafogo e ainda mais atualizar o blog. Mas por um lado, talvez seja melhor assim. Poderei curtir as férias com menos sofrimento por causa do nosso time.
Boa sorte a todos nós nesse segundo turno. Minhas melhores saudações aos amigos.
Danilo R. Paiva

13.8.09

Quem governa a República?

Há de fato uma "força oculta" comandando o governo e o país a partir das sombras? Quem são e o que querem?

Nesse 12 de agosto, importante data onde se celebra a fundação das bases de nosso país, o “Maquis Alvinegros”, grupo da resistência botafoguista guiado pelo mítico João Moulin Saldanha distribuiu um manifesto, uma espécie de carta aberta á população da República do Botafogo, chamando o povo para a resistência consciente ao quadro lastimável que vem sendo pintado pelos mais altos escalões de nosso país.

Ao fazer a pergunta “Quem governa a República?”, os Maquis nos levam a uma nova etapa de reflexão sobre quem de fato manda e a quais interesses atendem os que estão oficialmente no governo republicano.

O manifesto começa com severas críticas à “política colaboracionista” do atual governo, que se alinha e adota práticas de conciliação com entidades falidas e abertamente anti-republicanas, caso específico de da Confederação das Nações e seu líder quase vitalício Ricardo Speer Teixeira (o arquiteto do pan-flamenguismo) e da Federação dos Estados, organização mafiosa e criminosa liderada pelo vil Don Rubinho, inimigo mortal da nossa República e de nossos ideais. Essa aberração colaboracionista, continua o manifesto, pode acabar levando a uma situação onde nossa bela e importante cidade de Engenhão passe a ser considerada “Zona Internacional”, sob controle não da República, mas de um colegiado que incluiria até mesmo embaixadores coloridos e flamengos, com livre acesso para nossos maiores inimigos! O manifesto segue, chamando a atenção para um perigo que, apesar de distante, não pode ser ignorado: a possibilidade que a conciliação com quem sempre foi nosso inimigo acabe levando a uma diminuição ainda maior da República e a um pesadelo que ainda nos assombra: os anos de tristeza e agonia sob a ditadura e sob o governo colaboracionista de Vichy Hermes.

Mas de onde vem essa política de colaboração com o inimigo? Quem a elabora? Porque se olharmos especificamente para esse governo que temos atualmente,a impressão é que nossa República está absolutamente acéfala. Não há quem mande, não há quem responda ou quem se responsabilize. Entregue, a República fica na beira do caos. E o caos é o terreno fértil para o surgimento e fortalecimento de tiranias. Um é subproduto da outra e vice versa. E do caos da ausência de um governo firme, surgiu a tirania da triste associação criminosa da Corte dos Gordos.

Uma associação entre membros dos altos escalões do governo e o comando das tropas, visando lucros em aquisições fraudulentas de “reforços” e “novos equipamentos” para o exército glorioso. Assim, foram incorporadas ao exército tropas como a Companhia Emerson, Tony e Coral, os obsoletos e péssimos helicópteros Fahel, assim foi acertada a volta do burocrata incompetente Lucio Flavio, logo alçado ao posto de comandante entre os soldados. A Corte dos Gordos, dentro de sua estratégia deliberada para acumular poder, acumulou derrotas e com um palavrório sem sentido e retórica de botequim, mantinha-se firme, tentando criar um mito de “ruim conosco, pior sem nós”.

Oficiais incompetentes, soldados mal preparados: a rendição e o fracasso são as imagens do exército sob o comando de Nei Frango e a Corte dos Gordos


Mas mesmo no caos ou na tirania, por vezes a situação se agrava tanto que é impossível continuar impune. À beira de uma revolta popular, com o exército colecionando fracassos e decepções, e o povo convivendo com racionamentos e dificuldades, Nei Frango, outrora auto-intitulado “generalíssimo” do exército glorioso foi expurgado, expulso de nossa República em desgraça.


Caiu Nei Frango, mas parte da espinha dorsal da Corte dos Gordos permanece. E com ela, permanece a pergunta: quem manda realmente no nosso país? Há quem diga que é um ex-presidente, uma velha raposa que tenta se manter eterno no comando político, mesmo tendo ligações íntimas com os eventos que nos levaram a perder a 1ª Colônia por alguns meses, em 2002. Outros dizem que a situação é ainda mais grave, pois quem mandaria de fato no atual governo seria um grupo mafioso, um fundo de investidores sem pátria ou ideais, que usaria nossas fronteiras apenas para a especulação e lucro fácil.

Nosso país encontra-se num momento crítico, numa encruzilhada histórica que pode determinar um futuro de crescimento ou de dificuldades cada vez maiores. Saber quem são as pessoas ou grupos que de fato estão tomando as decisões nesse momento e quais são seus reais interesses é fundamental agora.

Se o comando político traz dúvidas e inquietações ao povo, o novo comando militar traz novos ares de esperança. Estevam Soares, recém incorporado como novo Marechal-de-Campo do exército parece ser um oficial sério, dedicado e ativo, ao contrário da verdadeira falácia que era seu antecessor. Que tenha sucesso em sua jornada e que, a partir de agora, a pergunta “quem governa a República” já não seja mais aplicável ao exército.

Afinal, não saber quem manda na política já é muito mais do que o desejável.


A Resistência Maqui está na ativa. E permanecerá até que nossa República caminhe de fato na trilha de nossos ideais e compromissos históricos.

4.8.09

ZZZZZZZZZZZ.....

Guerra? Que guerra? Soldado da 7ª Brigada só quer fazer naninha...

No começo desse ano, com um exército absolutamente decadente, foi incorporado às nossas tropas o Major Reinaldo, que instantaneamente passou a comandar a 7ª Brigada, considerada a elite entre os novos soldados de um reformulado exército. Formado nas obscuras academias militares do Reino da Gávea, o Major Reinaldo era um oficial de carreira longa, tendo lutado em muitas batalhas, por muitos exércitos, sendo um oficial conhecido e até certo ponto respeitado, a despeito de não ter grandes ou muitas vitórias e condecorações em seu currículo.

Mas uma suspeita também pairava: diziam que o Major Reinaldo estava cansado da guerra, que acumulava cansaço e que sofria de estresse pós traumático após tantas batalhas.

Infelizmente, as suspeitas estavam corretas. O Major Reinaldo nunca ocupou de fato a posição de liderança que lhe era esperada. A 7ª Brigada nunca foi decisiva, sequer incisiva, como o pretendido e planejado. Ao contrário, o Major Reinaldo encontrou num comando militar obtuso e num comando político frouxo a situação ideal para descansar, ficar longe das batalhas e de todas as tensões que as acompanham.

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Assim, a 7ª Brigada enquartelou-se. Passou a cuidar de distribuição de cartas entre soldados, passou a cuidar dos estábulos ou do rancho dos soldados. Sempre em tarefas tranqüilas, que permitem ao Major e seus comandados “trabalhar” de chinelos confortáveis, sem o peso dos capacetes ou dos coturnos que os soldados usam em batalha.


Para suprir a falta de tropas qualificadas na vanguarda, o exército da República trouxe novamente para suas fileiras o Regimento AL, soldados patriotas, identificados com nossa nação e com os ideais do botafoguismo. Podem não ser a tropa mais eficaz, mas são valentes e esforçados. E têm obtido mais resultados que os preguiçosos soldados da 7ª Brigada.

A questão passa a ser, por que manter a 7ª brigada as cuidados de um oficial caro, preguiçoso, indolente e sem compromisso? Por que não expurgar um oficial que não traz resultados e sobre quem ainda paira a eterna suspeita de espionagem por suas raízes e histórico flamengo?

O exército da República não precisa de preguçosos. Logo, não precisa do Major Reinaldo. Livremo-nos dele, portanto.

Nas últimas batalhas, os soldados da 7ª Brigada do Major Reinaldo sequer tiveram a decência de tirar o pijama e chinelo para honrar o uniforme. Por que insistir nesses trastes?

3.7.09

Fora Frango! Abaixo o Generalíssimo!

Tire esse sorrisinho da cara, maldito! A República é contra você!
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Francisco Nei Frango Bahamonde. Esse é o nome do escroque que comanda as forças armadas da República do Botafogo. Esse é o nome do golpista que se apoderou do comando militar e se aliou aos igualmente escroques Anderson Barros e André Silva, fundando a organização criminosa conhecida como “A Corte dos Gordos”. Aproveitando-se do vácuo de poder deixado pelo presidente-banana, a Corte dos Gordos se infiltrou na máquina política, administrativa e militar da República e vai, por dentro, sabotando e destruindo as bases e fundações do país.
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Graças ao apoio de seus aliados políticos, Francisco Nei Frango Bahamonde se auto-intitulou o “Generalíssimo” do exército glorioso, se tornando o rosto público e líder de um movimento que trabalha contra todos os valores republicanos e vai contra toda a história e a ideologia do botafoguismo.

Assim como os artífices da terrível ditadura 68-89, a Corte dos Gordos pretende diminuir nosso país, expondo o povo glorioso ao ridículo e à humilhação, aumentando a pobreza e as dificuldades, reprimindo manifestações antes mesmo que elas ocorram, numa política orquestrada de desmantelamento financeiro - militar do país e de “adestramento” do povo, quebrando assim seu espírito de resistência.

O "Generalíssimo" caminha, apoiado pela Corte dos Gordos, trazendo desgraça e destruição. Será apenas coincidência sua capa ser preta e vermelha?

Os escroques que mancham nossa história estão ouriçados, vêem que o momento é propício para eles. Até um dos maiores criminosos de nosso país, Mauro Ney Palmeiro, retornou do exílio e é visto circulando livre e animadamente entre os figurões do atual governo.

Francisco Nei Frango Bahamonde, todos sabem, não é natural da República do Botafogo, mas sim dos planaltos de Pãodequeijolândia. Nesse momento, por coincidência, ele lidera seu precário e falido exército não de soldados, mas de pupilos e afilhados, em marcha para sua terra natal, onde lutará contra os galos. Os resultados de seu projeto de destruição da República aparecem bem claros às vésperas dessa batalha: os gloriosos, que sempre surraram o patético exército galo, dessa vez são os que temem a surra. E os galos, que sempre tremeram de medo ao ver nossa bandeira ou ouvir nosso nome, agora nos espera com aquela confiança galhofeira e destemida dos que pensam que a vitória é certa.
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Pois que Francisco Nei Frango Bahamonde vá e não retorne nunca mais para as fronteiras republicanas. Teríamos um escroque a menos para combater.

São tempos duros para ser republicano...

28.6.09

Pendurá-los bem alto: a solução

A Corte dos Gordos, execrável associação que se infiltrou e tomou conta do comando político e militar da República do Botafogo, trabalha incessante em seu objetivo de destruir a história, as tradições e os costumes de nosso povo e nosso país. E todos os parcos limites que a Corte dos Gordos ainda tinha se encerraram hoje.

Assim o comando militar e político de nosso país trata o povo, seus costumes e reivindicações. Assim o comando militar e político de nossa país trata nossa história, nossos heróis, cores e bandeira.

O comando militar, em recente batalha(???) entregou nossa cidade de Engenhão à humilhação e depravação pelos guerrilheiros piquis, que vieram, pilharam como quiseram e foram embora deixando um rastro de destruição. Que espécie de comando militar é esse cujo critério para ser aceito no exército é não mais o mérito militar, mas o fato de soldados da tropa serem membros da “Confraria Nei Frango de Amantes de Pão de Queijo e Música Ruim”?? Sim, por que de que outro motivo se explica a admissão das odiosas Companhias Emerson, Divisão Aérea Fahel, Brigada Alessandro, Cabo Anselmo e do burocrata sem sangue Lucio Flávio?? Certamente não é pela capacidade militar que estes e outros ainda menos citáveis estão com nossos uniformes, mas pelo fato de serem cupinchas e cúmplices dos que controlam o exército e o governo.

Cabo Anselmo, líder da 5ª Coluna, ri de orelha a orelha: os entreguistas do exército encontraram o ambiente perfeito para agir, em conluio com a Corte dos Gordos

No governo, os gordos da Corte, André Silva e Anderson Barros, continuam no seu mundo alternativo, onde todos são felizes e estão satisfeitos. Dão declarações inacreditáveis defendendo o “comando” militar e sustentando que as coisas estão no caminho certo, não importando que a triste realidade esfregue-se na cara deles. E quando a realidade impõe-sede tal forma que é impossível negá-la, a saída apresentada é o deboche tão descarado que faria Maria Antonieta corar de vergonha: tropas fracassadas dos flamengos, como o soldado beberrão Zé Cachaça e os falidos blindados Joziel são apresentadas como “soluções”.

A Corte dos Gordos no comando político e militar aliou-se à 5ª Coluna nas fileiras do exército. É o entreguismo em sua plena marcha contra nosso país. Eles estão rindo. Estão brincando. Estão fazendo deboche com o sofrimento de um povo, com a história de um país. E já deram mostras suficientes que não sairão por vontade própria, ao contrário, agirão cada vez mais para jogar nossa República no fundo do poço do descrédito e da derrota.

Eles não são inocentes. Não são "bem intencionados, porém inaptos". Sabem muito bem o que estão fazendo. Pois se não sairão por contra própria, cabe a nós pendurá-los bem alto. Um a um. E todos eles.

21.6.09

Homenagem á Revolução de 21 de Junho

Fome e miséria sob escombros
Mas como o aço resiste o País
As ruas da República são pavimentadas com lágrimas;
Enquanto o povo resiste em milhares de barricadas.
Em seu caminho gelado o terrível Eixo já sabe
A partir de agora, encontrará “89” em todo lugar!

A orquestra faz dançar os oficiais do Eixo nos cafés,
Num longo inverno que gela os ossos,
Mas dentro das prisões o ar entra queimando os pulmões,
Quando se canta o Hino Glorioso

Na resistência há onze gloriosos
São onze copos que brindam “À GARRINCHA!!!”
A Revolução republicana arde nas fazendas e celeiros,
Diante do inimigo o glorioso ri e prepara o seu morteiro.
Em seu caminho gelado o terrível Eixo já sabe
A partir de agora, encontrará “89” em todo lugar!


21 de junho. Provavelmente a data mais importante da era moderna na República do Botafogo. O dia onde um grupo de jovens soldados e oficiais, com o coração cheio de determinação enfrentou e venceu o inimigo e pôs fim à ditadura 68-89, o mais triste período da história gloriosa, onde o povo foi acossado, a alegria foi considerada ilegal e mesmo nossa capital General Severino foi dada numa bandeja de prata aos chacais pelos entreguistas ditadores.

Mas o povo nunca se dobrou a toda sorte de violências e maus-tratos impostos a ele naquele triste período. Nas praças e ruas, sempre havia mostras de resistência, de luta em nome da revolução que acabaria com a ditadura e devolveria a República a seu caminho.

E demorou, mas por fim a revolução veio. Na noite de 21 de junho, liderados por jovens barbudos como os Coronéis Paulinho Criciúma e Maurício, o exército revolucionário botou os inimigos para correr. A vitória era nossa. A revolução havia triunfado. Nas ruas de todo lugar, uma explosão de alegria nunca antes vista. A República do Botafogo voltava a ser nossa. A capital voltaria a fazer parte das nossas fronteiras pouco depois.

Ricardo Cruz, Josimar, Mauro Galvão, Gottardo, Marquinhos, Vitor, Gustavo, Carlos Alberto, Luisinho, Paulinho Criciúma, Mauricio e Valdir Espinosa são heróis eternos da República, são nomes que estarão sempre marcados em honra no panteão dos grandes heróis de nossa história.

Que 21 de junho de 1989 inspire os aventureiros que estão no comando da República hoje. Que inspire nosso comando militar e que inspire nosso exército repleto de soldados esquálidos.

21 de junho, a data eterna da Republica do Botafogo!


(Um texto contando mais detalhadamente a história da Revolução pode ser lido aqui)

8.6.09

A Corte dos Gordos na República dos Esquálidos

Nosso país, todos sabemos, é uma República. Não temos o “sentimento aristocrático”, ou as pretensões imperiais de nossos inimigos, e temos orgulho em não tê-los. Tampouco temos as castas falidas, a corte parasita ou qualquer respeito ao “sangue azul” ou ao “direito divino” da superioridade de alguns poucos sobre muitos.

Mas o sentimento republicano infelizmente não encontra eco em alguns setores importantes do atual governo. Alguns membros do alto escalão, na política e no exército comportam-se como abastados membros de uma corte. Há no nosso país hoje gente no comando que está completamente desconectado da realidade do exército, do país e do povo. Vivem em banquetes, festas e aos sorrisos, enquanto o povo passa apertos e faz racionamentos, tudo por conta de um exército incapaz de proteger a República.

Festas e banquetes infinitos: para a Corte dos Gordos, tudo anda bem

Assim como Maria Antonieta e os Romanov, os governantes André Silva e Anderson Barros e o marechal Nei Frango vivem num reino de fantasia, festa e fartura, sempre às custas do sofrimento do povo. Eles criaram a Corte dos Gordos dentro de uma República de soldados esquálidos e povo em grandes necessidades.

Na Corte dos Gordos, tudo anda às mil maravilhas. Entretidos nos seus bailes de gala e banquetes, eles mal percebem o sofrimento do povo. O péssimo estado das tropas e suas seguidas derrotas são justificados absurdamente como ”parte do planejamento” ou “acaso” ou ainda como “injustiças”... que tipo de comandante planeja ser derrotado em combate?? Que tipo de comandante justifica derrotas em batalhas com divagações metafísicas e debilóides sobre sorte e azar ou injustiça divina? E que tipo de governante acha que trará de volta a confiança do exército readmitindo em suas fileiras um oficial inútil, burocrata, sem sangue e sem espírito? E que tipo de governante acha que o povo ainda agradecerá de joelhos e braços abertos pelo retorno de tal oficial?

No melhor estilo de Maria Antonieta e dos Romanov, a Corte dos Gordos desdenha do sofrimento do povo, faz troça e pouco caso dele e, pior ainda, tenta jogar no povo glorioso a culpa pela fraqueza do exército e pelos maus resultados em batalhas.

O povo glorioso, cansado de sofrimento, cansado de grandes períodos de racionamentos e das dificuldades, começa, ainda que tardiamente, a transformar a revolta silenciosa em protesto barulhento. A Corte dos Gordos novamente ignora o sentimento do povo e se auto proclama segura e inabalável.

O fim de Maria Antonieta e dos Romanov: que a Corte dos Gordos que tanto se espelha neles não se esqueça dessas cenas


Pois que a Corte dos Gordos não se esqueça o fim que tiveram seus modelos. Uma revolução popular cortou a cabeça de Maria Antonieta. Outra revolução popular levou os Romanov ao pelotão de fuzilamento.

Ainda há tempo para a Corte dos Gordos fugir da República e pedir exílio em outro lugar. Caso contrário, poderão levar nosso país a um estado de miséria que já vimos e não queremos ver de novo.